Férias no Rio de Janeiro: Búzios em 1 dia (muito louco)

Depois de ver o lindo nascer do sol em Copacabana, voltei para esperar o carro da excursão em frente ao Copacabana Palace. Era pra ele ter chegado às 7h30, como eu havia dito, mas só veio aparecer lá pra 8h30. Relevei. Afinal, quem se importa com um atraso de 1h quando se está indo para um lugar que sempre quis conhecer. Mas…

Como se não bastasse o atraso, o carro ainda ficou dando umas voltas pra pegar outros passageiros. Até aí eu permanecia calma; eu não sabia que a viagem duraria mais de 4h00 horas devido a um engarrafamento de outro mundo.

Pra tornar a situação mais cômica, o guia falava portunhol o tempo todo, ou seja, a minha certeza de que aquela viagem seria desagradável só aumentava. A minha única esperança era que o lugar compensasse toda aquela loucura.

Compensou:

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A viagem durou uma eternidade, mas finalmente chegamos. Na programação da excursão estava incluso um passeio de barco e lá fui eu: uma pessoa que nunca tinha andado de barco na vida. O barco era legal, tirando o fato de não ter nada de comer para ser vendido. Como assim Brasil? Mas para a minha alegria, depois apareceu um carinha vendendo espetinho de camarão #momento-feliz.

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O percurso do barco consistia em passar pelas principais praias de Búzios. Nesse meio tempo ele parava em alguns lugares pra todo mundo se jogar em alto-mar – menos eu e algumas senhoras que fiz amizade: adoro senhoras, elas sempre são simpáticas com meninas deslocadas no mundo/barco.

A minha vontade era me jogar, mas infelizmente eu não sei/sabia nadar (sad, but true). Não posso negar que tinha colete salva vidas pra todo mundo, só que o meu medo de pagar algum mico, no meio de tanta gente estranha, me deixou sentadinha olhando a paisagem – que era linda, muito linda.

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Depois que o passeio de barco acabou, pude, finalmente, conhecer a cidade(zinha):  Rua das Pedras, Orla Bardot,  Praça Santos Dumont,  Rua Turibe de Farias, Igreja Sant’Ana e praia de Armação. Não me arrisquei a ir à outras praias porque o tempo era curto e o acesso à elas não era fácil como eu imaginava.

O calorão que estava fazendo era um chamado para um mergulho. Não resisti, não me perdoaria se eu fosse embora sem me jogar naquele mar azul maravilhoso da praia da Armação. Só deu pra ficar no mar alguns minutinhos, mas valeu a pena – já estava quase na hora marcada para voltar para a praça, o ponto de encontro que o guia definiu.

Saímos de Búzios antes da 6h00 e, apesar de o dia ter sido bem corrido (e cômico) eu estava feliz. Mas é claro que algo a mais tinha que acontecer, né? Algo bem cômico, de preferência, como por exemplo, o guia portunhol vir sentado ao meu lado puxando conversa e pedindo o número do meu telefone – roubado dias depois.

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